sexta-feira, 18 de abril de 2014

Campanha CONTRA USO DE HERBICIDAS em espaços públicos‏


A QUERCUS e a Plataforma Transgénicos Fora (PTF), sendo o MPI um dos parceiros, endereçaram uma carta a todos os presidentes de Câmaras Municipais, a 20 de Março, alertando para os riscos ambientais e de saúde, da aplicação de herbicidas em espaços públicos, prática generalizada por todo o país e promovendo os métodos alternativos, concretamente métodos mecânicos e térmicos (como queimadores a gás, a infra-vermelhos ou a vapor) e também a opção zero, ou seja, permitir que em área marginais, a natureza tenha também algum espaço para manifestar a sua rica biodiversidade, sendo que há muitas ervas que podem ter uso alimentar e medicinalNessa carta pede-se a adesão da autarquia ao manifesto "Autarquia sem glifosato" e em outubro deste ano será divulgada a lista das primeiras autarquias a aderir, esperando que a pouco e pouco as restantes lhes sigam o exemplo.

Os herbicidas à base de glifosato são os mais vendidos em todo o mundo e em Portugal. A sua popularidade deve-se muito ao facto de o fabricante, a multinacional Monsanto, alegar que é inócuo para insectos auxiliares, minhocas, abelhas e humanos e completa e rapidamente biodegradável na água e no solo, e uma das formulações comerciais, o SPASOR, possui inclusivé um certificado de compatibilidade ambiental emitido pela empresa que o representa em Portugal, a Manuquímica. Mas contrapondo a esta alegada inocuidade têm surgido cada vez mais estudos de cientistas não dependentes dessas empresas e publicados nas revistas científicas internacionais. Assim, há uma preocupação crescente com os efeitos de herbicidas à base de glifosato, dado que este herbicida e suas formulações comerciais têm sido apontados como responsáveis por inúmeros impactos na a saúde, mesmo em doses muito baixas, 500 a 4000 vezes mais baixas que no uso agrícola (Marc, 2002; Marc, 2004b; Benachour, 2009, Paganelli, 2010), a saber:
Malformações congénitas, tais como: microcefalia, anencefalia (ausência de cérebro) e malformações cranianas (Benítez, 2009 e Paganelli,2010)
Alteração significativa da progressão da puberdade pela redução da produção de testosterona (hormona sexual masculina) e alteração da morfologia dos testículos, sugestivas de um efeito desregulador endócrino potente. (Richard, 2005; Gasnier, 2009 e Romano, 2010)
Efeitos carcinogénicos (Marc, 2002; Marc, 2004bMarc, 2004 e Bellé, 2007), nomeadamente de cancro na pele (George, 2009 )
Efeitos tóxicos em vários tipos de células humanas, como do cordão umbilical, embrionárias e da placenta, incluindo morte celular. (Richard, 2005;Benachour, 2007e 2009; Gasnier, 2009), 
A degradação do glifosato ocorre entre os 30 a 90 dias (Abreu, 2003 citado por Romano, 2010), período relevante para a manifestação de efeitos indesejáveis pela contaminação ambiental.

Para além da sensibilidade e vontade de mudar práticas em relação às plantas espontâneas por parte das autarquias é muito importante que todos nós tenhamos consciência do que está em causa, termos também vontade de tolerar mais o vigor da Natureza e fazermos sentir aos autarcas da nossa área de residência isso mesmo.
Como pode ajudar?

 
1- Escreva aos autarcas  (município e freguesias) da sua zona - modelo de carta ou email abaixo nesta mensagem, a qual pode alterar se preferir.
 
2- Marque reunião com os autarcas  da sua zona e/ou participe em assembleias municipais e/ou de freguesia
 
3- Seja um detective - denuncie uso de herbicidas, envie email para campanhaherbicidas@gmail.com, indicando local, data e se possível autarquia responsavel pela aplicação de herbicida e ficará reportada no Mapa Nacional de Uso de Herbicidas em: https://mapsengine.google.com/map/edit?mid=zk25usCyasF4.kCOH5EklyTKwSerá um registo informal e portanto apenas são considerados as informações dadas pelos cidadãos, no entanto poderá ser útil para dar uma panorâmica da utilização dos herbicidas em espaços públicos.
 
4- Divulgue o mais possível (Dica para convidar amigos do Facebook todos de uma vez em anexo). Reencaminhe esta mensagem, imprima o folheto (disponível aqui: http://www.quercus.pt/quimicos-substancias-quimicas/3034-controlo-de-plantas-infestantes-em-espacos-publicos) e dê a vizinhos, familiares e amigos.
 
5- Para saber mais leia o documento "Linhas orientadoras - controlo de plantas infestantes em espaços públicos"http://www.quercus.pt/quimicos-substancias-quimicas/3034-controlo-de-plantas-infestantes-em-espacos-publicos.
Comunicado "Quercus e Plataforma Transgénicos Fora pedem aos autarcas que abandonem uso de herbicidas", 20/3/2014http://quercus.pt/comunicados/2014/marco/3478-quercus-e-plataforma-transgenicos-fora-pedem-aos-autarcas-que-abandonem-uso-de-herbicidas
 
A SAÚDE NÃO TEM PREÇO, AJUDE-NOS A MELHORAR A SAÚDE DE TODOS!
 
A Campanha contra os Herbicidas em Espaços Públicos
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Modelo de texto de apelo público contra uso de herbicidas


Email: colocar o email da sua Junta de Freguesia e/ou Autarquia

Assunto: Apelo contra o uso de herbicidas em espaços públicos

Exmos. Srs. Presidentes da Junta de Freguesia de XXX  e da Câmara Municipal de XXX

Após ter tomado conhecimento da campanha da QUERCUS e da Plataforma Transgénicos Fora (PTF) sobre os riscos ambientais e de saúde na aplicação de herbicidas em espaços públicos, com destaque para o herbicida glifosato, por ser o mais usado em todo o mundo e o seu uso ter aumentado muito nos últimos anos devido à proliferação das culturas geneticamente modificadas (OGM), venho por este meio apelar-lhes a que adiram à iniciativa "Autarquias Sem Glifosato", aproveitando a Semana de Acção Contra os Pesticidas que decorre de 20 a 30 de Março, um evento internacional promovido pela PAN (Pesticide Action NetworK), com vista à redução e substituição no uso de pesticidas.

O glifosato atua nos animais como desregulador hormonal e cancerígeno, em doses muito baixas, que podem ser absorvidas nos alimentos e na água de consumo, supostamente “potável”. Este herbicida tem ainda uma degradação suficientemente lenta para ser arrastado (pela água da chuva, da rega ou de lavagem, em conjunto com um resíduo também tóxico resultante da sua degradação), para a água, quer a superficial (rios, ribeiros, albufeiras e lagos), quer a subterrânea. Em França mais de metade das águas superficiais analisadas tinham resíduos de glifosato e/ou de AMPA, o seu metabolito tóxico.

Estas novas evidências científicas revelam que a avaliação toxicológica do glifosato e dos seus adjuvantes foi subavaliada pelas autoridades oficiais, em parte por se basearem apenas nos estudos apresentados pelas empresas fabricantes e espera-se que a sua utilização venha a ser revista. Por outro lado, a nova lei sobre o uso de pesticidas em Portugal (Lei n.º 26/2013, de 11 de Abril, que transpõe a Diretiva 2009/128/CE), contempla a aplicação destes produtos em espaço urbano apenas como o último recurso, ainda assim e porque existem outros meios para combater as plantas infestantes, vulgo ervas, tais como os meios mecânicos, térmicos ou manuais e por vezes nem se justifica uma tão grande eliminação, pois as ervas têm diversas vantagens (protegem o solo, aumentam a biodiversidade), pede-se que seja abandonado o uso de herbicidas em espaços públicos.

Venho também pedir-lhes que assinem e apoiem o “Manifesto de adesão – Autarquia sem Glifosato”, que terá o seu lançamento público em Outubro de 2014, junto dos meios de comunicação, com o registo público das autarquias subscritoras (municípios ou freguesias), através do qual a Quercus e a PTF realçam e mostram como exemplo a seguir os concelhos e freguesias cujos executivos se comprometeram a deixar de aplicar herbicidas sintéticos no controle de plantas infestantes em zonas de lazer, vias públicas e restantes espaços sob a sua responsabilidade.

Agradecendo toda a atenção dispensada a este apelo, despeço-me,

Com os meus melhores cumprimentos, 

Nome:
Email:
Junta de Freguesia / Autarquia: 

Oficina de Cosmética Natural no Espaço Dharma - Matosinhos | 24 Abril‏

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Oficina de Cosmética Natural no Espaço Dharma - Matosinhos

Data: 24 Abril 2014 
(5ª feira, véspera de feriado)
Horário: 20h30-23h30
Vagas limitadas: 10-20 participantes
Inscrição: 20€
Formulário de inscrição online aqui

Local:
Espaço Dharma
Rua de França Júnior, nº 146
Matosinhos
Uma oficina com base em conceitos de consciência ecológica e sustentável, onde aprenderá a produzir os seus próprios cosméticosnaturais e artesanais.

No final, cada participante leva consigo amostras dos cosméticos produzidos na oficina.
Deverá realizar a sua inscrição preenchendo este formulário online (clicar aqui) ou através dos diferentes contactos indicados no fim do e-mail. A inscrição é validada após transferência bancária para o NIB 003601519910005328011 (Banco Montepio) e envio do comprovativo da transferência para impulsointegral@gmail.com, com o assunto "Cosmética Natural Dharma" e nome completo do participante.

Workshop Plantas aromáticas e medicinais


Plantas na Alimentação, Cosmética e Saúde

Listamos de seguida uma selecção de livros/manuais sobre a importância e utilização das plantas na alimentação, cosmética e saúde, com ênfase particular nas plantas aromáticas e medicinais, que os interessados poderão adquirir com desconto através do portal eco social NaturFunhttp://www.naturfun.pt .
 
Lembramos que, para além do desconto no preço de venda, os artigos encomendados através do NaturFun.pt têm portes de envio gratuitos para residentes em Portugal e cada compra implica uma contribuição da Naturlink para um projecto de intervenção social (neste momento é a AMI quem beneficia das contribuições resultantes da compras realizadas através do NaturFun).
 
Os livros que sugerimos são então os seguintes:
 
- "Ervas, Usos e Saberes – Plantas Medicinais no Alentejo e outros Produtos Naturais"
Autor: José Salgueiro
Editora: Edições Colibri
 
- "Plantas Aromáticas e Óleos Essenciais: Composição e Aplicações"
Autores: A. Proença da Cunha, Odete Rodrigues Roque, Maria Teresa Nogueira
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
 
- "Guia dos Alimentos Vegetais"
Autor: Jean-Claude Rodet
Editora: Gradiva
 
- "Cultura de Plantas Aromáticas e Medicinais"
Autor: Giambattista Ferretti
Editora: Publicações Europa-América
 
- "Plantas Medicinais da Farmacopeia Portuguesa: Constituintes, Controlo, Farmacologia e Utilização"
Autores: A. Proença da Cunha, Odete Rodrigues Roque
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
 
- "Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia"
Autores: A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
 
- ''Plantas e Saberes - No Limiar da Etnobotânica em Portugal''
Autores: Amélia Frazão-Moreira, Manuel Miranda Fernandes (Org.)
Editora: Edições Colibri
 
- ''Plantas e Produtos Vegetais em Cosmética e Dermatologia''
Autores: A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
 
- ''Aromaterapia: Fundamentos e Utilização''
Autores: A. Proença da Cunha, Odete Rodrigues Roque
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
 
- ''Aguardentes de Frutos e Licores do Algarve - História, Técnicas de Produção e Legislação''
Autores: Ludovina Galego, Valentim Ribeiro de Almeida
Editora: Edições Colibri
 
- ''Pequena Enciclopédia de Nutriterapia Familiar - volume 1''
Autores: Jean-Claude Rodet, Francine Fluery
Editora: Sinais de Fogo
 
- ''Pequena Enciclopédia de Nutriterapia Familiar - volume 2''
Autores: Jean-Claude Rodet, Francine Fluery
Editora: Sinais de Fogo
 
- ''Tradição e Inovação Alimentar - Dos Recursos Silvestres aos Itinerários Turísticos''
Autora: Maria Manuel Valagão (Org.)
Editora: Edições Colibri

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Este sábado- 12 Abril - Oficina de Licores com Plantas Aromáticas e Medicinais

fto_curso-licores2.jpgAs ervas ou plantas aromáticas são utilizadas na cozinha com o objetivo de temperar os pratos alimentares. A evolução das plantas aromáticas dá-se ao mesmo tempo da evolução dos povos que as utilizam, com fins medicinais ou apenas com fins de aromatização de pratos alimentares.
Nos dias de hoje a comercialização com fins monetários ou apenas para consumo fez com que a sociedade volta-se a produzir licores caseiros de plantas aromáticas e medicinais, com diversos objetivos na sua finalidade.

O Licor é uma bebida com teor alcoólico, geralmente, misturado com frutas, ervas, temperos, flores, sementes, raízes, cascas de árvores ou ainda cremes. É um produto que não necessita de conservantes nem corantes e pode ser servido como um digestivo antes e depois de uma refeição.

A oficina de licores com plantas aromáticas e medicinais tem como objetivo a criação e divulgação de licores com plantas aromáticas e medicinais, confecionados de forma tradicional.







Temas a abordar:
Tipos de maceração
Preparação
Cuidados a ter
Confeção
Conservação


Data: 12 de Abril de 2014
Horário: 14h00 - 18h00
Local: Quinta da Gruta, Maia
Custo*: Sócio(a) – 28,00 Não-Sócio(a) – 30,00

*Este valor inclui provas, certificado de participação e manual.

Formadora: Conceição Costa licenciada em Química Científica pela Universidade de Coimbra, e Mestre em Ciências pela Universidade do Minho. Formadora certificada com CAP, com mais de 15 anos de experiência em ações de formação certificada e em workshops.

Responsável pelo laboratório de investigação e desenvolvimento na área de cosméticos naturais da NaturalConcepts.
Para realizar a sua inscrição preencha o formulário online: aqui

Qualquer dúvida contacte-nos.


Quercus - Núcleo Regional do Porto 

R. João Maia, 540
4475-643 Avioso (Sta. Maria) Maia
Tel: 222 011 065 - Tlm: 931 620 212

domingo, 16 de março de 2014

ENTRElaços-Bracejo, história, design


Folheto do Workshop
   ENQUADRAMENTO
   Resgatar a tradição pela via da inovação é o mote de um projecto que pretende aliar a técnica artesanal do trabalho com o bracejo à criatividade e originalidade de designers.
   


OBJECTIVOS
   Criar uma linha de mobiliário e decoração com a marca Aldeias Históricas de Portugal, tendo o bracejo e o saber fazer como elemento distintivo e diferenciador do produto. A iniciativa está alicerçada na valorização dos recursos endógenos, numa lógica de eficiência colectiva que tem as seguintes permissas:

   - Criar valor acrescentado;
   - Reforçar a coesão territorial;
   - Gerar, captar e reter talento, de modo a criar emprego, dar vida e sustentabilidade a infraestruturas existentes e consolidar a capacitação institucional.


 É um projecto essencial para enfrentar o grande desafio de se alcançar o tão almejado desenvolvimento sustentável no território das Aldeias Históricas de Portugal.
 
Quem participa, onde, quando?

QUEM PARTICIPA?
Pessoas desempregadas, com espírito empreendedor e criativo, com idade igual ou superior a 18 anos.

ONDE?

Sortelha
Edifício da Junta de Freguesia de Sortelha

QUANDO?

21, 22 E 23 DE MARÇO 2014
(Sexta, Sábado e Domingo)

HORÁRIO:


 
21 e 22 de Março:  09h30 às 12h30 e 14h30 às 17h30;
23 de Março: 09h30 às 13h00.
PROGRAMA
21 de Março:
1-Apresentação do projecto de transformação do bracejo para a criação de uma linha de mobiliário e decoração com a marca Aldeias Históricas de Portugal;
2-Apresentação do ciclo produtivo e de transformação do bracejo;
3-Apresentação de propostas de designers.

22 de Março:
1-Experimentação da técnica artesanal de transformação do bracejo.
Observação: os participantes no Workshop devem trazer avental e tesoura de lâmina resistente ( necessário para a experimentação da técnica).

23 de Março:
Processo de recrutamento de formandos para integrar a formação-acção.


 INSCRIÇÕES:
 Data limite de inscrição:  18 de Março.
 As inscrições devem ser efectuadas via email para:
 tatiana.saraiva@aldeiashistoricasdeportugal.com
 
                                ou
Via Correio para:
ALDEIAS HISTÓRICAS DE PORTUGAL
Associação de Desenvolvimento Turístico
Praça da República
6250 034 BELMONTE


Mais informações aqui:
 http://issuu.com/carinaribeiro/docs/folheto_entrelacos

https://www.facebook.com/ALDEIASHISTORICASDEPORTUGAL?ref=ts&fref=ts

EMENTA - Oficina das ervas comestíveis, 30 de Março, Lisboa‏


Divulga-se a ementa e relembra-se que as inscrições estão limitadas a 20 pessoas e terminam dia 26 de Março. Com os conhecimentos adquiridos nesta oficina os participantes podem poupar bastante dinheiro e ao mesmo tempo melhorar a alimentação, pois a Natureza passará a ser como um grande "hipermercado"!
EMENTA
Entradaspão de urtigas (de lêveda natural); revolto de urtigas; focáccia de sálvia e nozes; queijo; tarte de labaças
SopaSopa de urtigas
PratosCardos albardados; Feijão com funcho * ; Almeirões salteados e esmagada de batata; Salada de ervas e flores silvestres
Sobremesa: Bolo – pudim de acelgas silvestres
Ementa vegana e ovo-lacto-vegetariana. * Opção com carne se solicitada
 Saudações eco-gastronómicas
Alexandra Azevedo


Oficina das Ervas Comestíveis

Parque Florestal de Monsanto (Lisboa)
30 de Março, 10.00h

Que manjares se escondem em Monsanto?
Nesta oficina faremos jus ao conceito “comer a paisagem” vamos assim descobrir com outro olhar o muito frequentado parque florestal de Monsanto em plena cidade de Lisboa.
Nos primórdios fomos caçadores-recolectores, mas apesar da modernidade os alimentos silvestres nunca deveriam ter abandonado a nossa mesa. Pela sua superior qualidade nutricional devem ser importantes complementos na nossa dieta.
Saibamos agradecer a generosidade da Natureza! 
 
Formadora: Alexandra Azevedo
Investimento:
Sócios da Quercus, MPI e Slow Food: 20€
Não sócios: 25€
Acompanhantes: 6€ dos 13 aos 17 anos, 4€  Crianças dos 7 aos 12 anos. Gratuito para crianças até 6 anos

Inscrições: até ao dia 25 de Março, limitada a 20 pessoas.
Dados necessários: nome, n.º de contribuinte, morada e contacto
As inscrições serão confirmadas após da transferência bancária para o NIB: 003502390000603043019 da Caixa Geral de Depósitos. Enviar comprovativo para email:quercus@quercus.pt.